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	<title>Estação do Saber Coaching</title>
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		<title>O conflito na perspectiva filosófica de Sartre e Levinas: Palestra Primeiro Seminário Internacional de Mediação em 11/04/2013 &#8211; BH/MG</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 20:12:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Augusta Cristina de Souza Novaes Bacharel em Filosofia/UFMG Mestre em Literaturas da Língua Portuguesa PUC/MG Articulista Revista Filosofia Ciência e Vida- Ed Escala/ São Paulo novaesaugusta@ig.com.br Tendo sido honrosamente convidada pela amiga Rita Andréa Guimarães a participar deste Primeiro Seminário Internacional de Mediação, que possui como epígrafe o seguinte dito: “exercício de escuta e construção,” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Augusta Cristina de Souza Novaes</strong><br />
Bacharel em Filosofia/UFMG<br />
Mestre em Literaturas da Língua Portuguesa PUC/MG<br />
Articulista Revista Filosofia Ciência e Vida- Ed Escala/ São Paulo<br />
novaesaugusta@ig.com.br</p>
<p>	Tendo sido honrosamente convidada pela amiga Rita Andréa Guimarães a participar deste Primeiro Seminário Internacional de Mediação, que possui como epígrafe o seguinte dito: “exercício de escuta e construção,” coloquei-me de imediato a pensar sobre qual seria a minha colaboração a esta tão bem vinda iniciativa e, ainda, como tal se daria. Ocorreu-me então lembrar uma colocação da minha amiga, quando estávamos três empenhadas, na produção de um artigo, para a edição de natal da Revista Psique e as idéias fervilhantes não se alinhavam no papel resistindo-nos com a força do javali de Drummond, àquele do poema O Lutador . Foi quando exausta, Rita então disparou: “Amarrar as palavras não gosto, gosto mesmo é de trabalhar com as palavras soltas!” A soltura das palavras nos libertou e o nosso artigo foi produzido e entregue na data acordada com a editora.<br />
	Pois bem, convidei Sartre e Levinas, que mal dialogam entre si, a nos iluminar a natureza do conflito, pelo o que desde já lhes peço desculpas, por se tratar de uma impertinência filosófica. Todavia, há muita pertinência no emprego de “palavras soltas”, conforme for a nossa disposição para escutá-las. Rolland Barthes em O Prazer do Texto nos lembra que já em sua etimologia discurso implica em inquietante ir e vir.<br />
	Passemos agora ao presente esforço de reflexão:<br />
	O que é o homem? Na perspectiva existencial entendemos que o Homem é o único ser capaz de colocar o seu ser em questão , estabelecendo com tal refletividade distância de si a si. Ou em termos propriamente sartrianos dizemos, o Homem é para si. Condenado a ser absolutamente livre. Falar em liberdade é também falar em ação para o futuro. É falar em projeto (projeção), no qual existe implicado uma visão de mundo. Ao atuar rumo ao seu projeto, o sujeito torna-se responsável pela produção do mundo humano. Como? Construindo-se e ao seu mundo, no limite da situação concreta na qual está inserido. Vejamos mais detidamente o que isso significa, para isso voltemos novamente à pergunta: O que é o Homem? A esta pergunta, como vimos, cabe responder dizendo, que o Homem é o ser cuja existência se revela como projeto. Assim, sobre o Homem existente podemos dizer que está aberto &#8211; necessariamente &#8211; às possibilidades que escolher para si próprio. Não existe fechamento possível ao Homem, que não resulte em estereotipia. Entretanto, que o Homem diga ser isso ou aquilo é aceitável se o faz consciente de que, se assim é, poderia ter sido de outra maneira, ou que poderá ainda vir a ser diferente do que se apresenta sendo. Porquanto, para o Homem a existência precede a essência, disso resultando a impossibilidade de se dizer o Homem a partir de uma essência, ou natureza, que o preexista. A inexistência de uma essência ou “natureza humana” significa que não podemos compreendê-lo valendo-nos de tal paradigma, embora possamos fazê-lo considerando sua condição humana, que é entendida, como nos recorda Sartre, como o conjunto dos limites com os quais este terá que haver-se. Limites que se referem à finitude, ao estar no mundo com os outros e ter que responder/criar às suas circunstâncias históricas. Mediante a condição humana, o Homem encontra-se/desencontra-se de outrem, pois, ser-para-si é concomitantemente ser-para-o-outro. Ouçamos Sartre em O Existencialismo é um humanismo:</p>
<p>“&#8230; a descoberta da minha intimidade descobre-me ao mesmo tempo o outro como uma liberdade posta em face de mim. Assim, descobrimos imediatamente um mundo a que chamaremos a intersubjetividade, e é neste mundo que o homem decide sobre o que ele é e o que são os outros&#8221;</p>
<p>	Desta forma, vai o Homem construindo sua essência através da sua existência, que se realiza através de atos efetivos, estes eleitos em detrimento de muitos outros atos possíveis. Ressaltemos que eleger um ato, é eleger um valor. Nesse sentido podemos afirmar que a ação humana é eminentemente Ética. Contudo, na perspectiva sartriana, não há como saber com certeza sobre a bondade ou maldade, a priori, do valor escolhido.<br />
	Dissemos anteriormente que ser-para-si é concomitantemente ser-para o-outro. Cabendo agora questionar sobre quem é esse outro. O outro é aquele que, por seu olhar, me faz experimentar concretamente e na certeza indubitável do cogito que se existe para todos os homens vivos, ou seja, que há consciências para as quais se existe.<br />
	O outro é outro sujeito. O sujeito que o ser-para-si não é. Dotado das mesmas possibilidades deste, mas cujo acesso à intimidade lhe é inacessível. Para escapar a tal inacessibilidade, que é ontologicamente determinada, ambos os sujeitos podem adotar o seguinte expediente de má-fé: converter o para-si que não se é em coisa acabada ou, ainda, oferecer-se ao outro como puro objeto.<br />
	Na peça de 1944, Huis clos, Porta fechada, que ficou conhecida no Brasil com o título de Entre quatro paredes, após ter sido encenada em São Paulo pela primeira vez em 1950, temos a realidade de três mortos que vivem sua condenação no inferno. Inferno este sem nenhum instrumento de suplício, nem carrascos. Apenas os três: Garcin, Estelle e Inês, que estando ali confinados por toda a eternidade vão alternar interminavelmente, cada um deles, os papéis de vítima e carrasco. Na última cena Garcin, conclui:<br />
	“Então, é isso que é o inferno! Nunca imaginei&#8230; Não se lembram? O enxofre, a fogueira, a grelha&#8230; Que brincadeira! Nada de grelha. O inferno&#8230; O inferno são os outros!”<br />
	.A frase “o Inferno são os outros” ficou conhecida por alguns estudiosos e leigos, como sendo o ponto de vista filosófico sartriano sobre as relações entre os homens. Mas nós vamos adotar, em contramão a esta interpretação, a perspectiva de Francis Jeanson, no seu livro Sartre, que nos convida ler Porta Fechada, como sendo descrição e denúncia da situação do inferno em vida dos homens, quando estes negam a si mesmos enquanto liberdade e de modo análogo , tentam negar a liberdade de seus semelhantes. Nestas circunstâncias, diz Jeanson, não com essas palavras, as pessoas se desligam do mundo humano  entregando-se, sem recursos, ao julgamento de outrem. Devido a isso os personagens de Huis clos, estão mortos. É Sartre quem nos explica em O Ser e o Nada, que o morto está totalmente a mercê do ponto de vista dos outros, ouçamo-lo: “estar morto é ser presa dos vivos”, pois morrer é perder toda possibilidade de revelar-se como sujeito a outrem.  Estar morto-vivo, nos diz Francis Jeanson, é estar fechado às mudanças, que não cessam de ocorrer à revelia dos “mortos-vivos”, é achar que os dados estão lançados, que o jogo está feito e que não se é responsável pelos rumos da sua história.</p>
<p>	No conto de Clarice Lispector Feliz Aniversário, da coletânea, Laços de Família, as personagens transformaram-se em objetos umas para as outras. Suas relações são relações tristemente estereotipadas, inumanas. As personagens “tagarelam”, medem-se pelo olhar. São antagonistas num contexto familiar.  A certa altura do conto a matriarca, uma senhora octogenária, sentada no “pedestal da sua dignidade.” fuzila com olhar de Medusa os filhos, noras, genros e netos, durante a celebração do seu aniversário:<br />
	“E se de repente não se ergueu (&#8230;), a aniversariante ficou mais dura na cadeira, e mais alta (&#8230;). Como pudera ela dar à luz aqueles seres risonhos, fracos, sem austeridade? (&#8230;) Olhou-os com sua cólera de velha. Pareciam ratos se acotovelando, a sua família. Incoercível, virou a cabeça e com força insuspeita cuspiu no chão. (&#8230;) Mas ninguém poderia adivinhar o que ela pensava. E para aqueles que junto da porta ainda a olharam (&#8230;), a aniversariante era apenas o que parecia ser.”</p>
<p>	O conto de Clarice Lispector como a peça de Sartre fala dos que fecharam as portas da sua percepção/compreensão a si mesmo e ao outro e constroem suas vidas na inautenticidade, ao invés de buscarem o desafio, a tarefa de estarem plenamente engajados e responsáveis na produção se si mesmos e das suas relações com outrem. Tomar a postura de morto-vivo é condenar-se e ao outro ao sofrimento, leiamos Francis Jeanson:<br />
	“ As personagens de Porta fechada estão (&#8230;) numa situação morta, sem recurso algum sobre o plano da ação. Interpretamos esta situação (&#8230;) como sendo de mortos vivos, cuja recusa de enfrentar as situações reais da existência condena-os a andar a roda, desesperadamente, fazendo-se uns aos outros o maior mal”<br />
	Para que essa situação seja superada é necessário que o ser-para-si assuma-se e a outrem como o que são, inteiramente livres.  Ambos abertos às suas possibilidades!<br />
	Levinas nos faz lembrar, que a paz gera-se com a aptidão para a palavra, a palavra que vem do outro. Outro que é radicalmente outro, o qual se apreende, como rosto.<br />
	O rosto de outrem comporta a dimensão da abertura, a visão desse rosto é a visão da abertura do ser. Sua revelação dá-se pela palavra. A relação com outrem conduz o eu, àquele que Sartre nomeia de ser-para-si, a uma dimensão da experiência que não a que se refere a ele próprio, esta relativa e egoísta. O rosto de outrem se impõe ao eu na recusa de ser conteúdo.  Sua alteridade independe de qualquer qualidade que o difira do eu. 	Outrem é infinitamente transcendente e estranho. Entre eu e o outro a palavra procede da diferença absoluta. A linguagem é uma relação entre termos separados. Sua estrutura formal anuncia a inviolabilidade ética de outrem. O outro mediante o discurso mantém uma relação com o eu sem inscrevê-lo em si de modo análogo a escuta não é uma forma privilegiada de apropriação do outro.  Assim o outro é o infinito que mantém sua exterioridade em relação ao eu, a exterioridade inscreve-se na sua essência.<br />
	Esse infinito que é o outro põe em questão os poderes do eu. A postura do eu em relação ao outro é a de acolhimento. Acolhimento do absolutamente outro, não passível de ser contido pelo eu. A resistência do outro em se “dar” como conteúdo, não faz violência ao eu, não é antagonismo. Tal resistência faz parte da estrutura ética dessa relação. O eu deve responder à sua expressão, ou, em termo propriamente levinasiano: à sua revelação. Tal expressão desafia o poder de poder do eu. O rosto extravasa a forma que o delimita. O rosto fala ao eu! O rosto opõe ao eu o infinito da sua transcendência. Esse infinito é a expressão original. É a interdição: Não matarás, oferecendo resistência ética ao eu.<br />
	A radicalidade da Ética de Levinas pode ser ilustrada através de uma resposta dada em uma entrevista, quando lhe perguntaram se a interdição à violência sobre outrem era válida em relação aos carrascos nazistas, que dizimaram sua família nos campos de concentração.  Sim, foi a resposta de Levinas. Tal resposta justifica-se, pois entre o eu e o outro existe uma assimetria ética, ou seja, mesmo o rosto de um “inimigo”, é um rosto.<br />
 	Antes de concluirmos, gostaria de colocar que a Mediação vai de encontro a Ética, quando trás para a cena do conflito os sujeitos do conflito e faculta-lhes a possibilidade de escutarem-se mutuamente. Assim, tais sujeitos podem resignificar suas histórias e juntos responsabilizarem-se pela construção da paz. Paz que desejam, posto que decidiram livremente pela Mediação, uma vez que , não é possível constranger ninguém à submeter-se a ela. Cabe ao mediador sustentar o processo de mediação. Sustentar com seu acolhimento, que se demonstrará através do seu silêncio, que lhe permitirá escutar o não dito.  Sua intervenção efetiva será a do sinalizador&#8230; daquele que aponta a direção, que está sendo construída  pelos sujeitos em conflito. Permitindo-lhes tomar posse dos seus próprios rumos. O que só se dará se ele for autorizado pelas partes ao exercício de tal função. Tal autorização não é apenas um ato formal, é sobre tudo um ato transferencial.  Afirmo, sem a menor dúvida, que o sucesso da mediação só será possível mediante a transferência. Rita Andrea certamente abordará esta questão,  elucidando-a.<br />
	Encerrando, gostaria de agradecer a oportunidade que me foi dada de participar, com vocês, deste evento. e agradecer, muito especialmente, a quem foi a minha voz. </p>
<p>Sugestões para leitura:<br />
Ética e Infinito, de Emmanuel Levinas, publicado em português pela Edições Setenta. O existencialismo é um humanismo. Existe uma excelente tradução desse opúsculo, feita pela Abril Cultural, col. Os Pensadores. Este livro de Sartre é uma vulgata do existencialismo, escrita com o objetivo de permitir o acesso ao leigo a alguns conceitos fundamentais de O ser e o Nada, obra mais técnica, propriamente filosófica. Huis clos/Entre quatro paredes, pode ser lida na íntegra, pela internet. Feliz Aniversário da Clarice Lispector da coletânea  Laços de Família, cuja publicação mais recente foi feita pela Francisco Alves Editora. Não fez parte desta palestra, mas ainda sugiro um romance, maravilhoso: A Insustentável leveza do Ser, Milan Kundera, editado pela Nova Fronteira. O romance, na minha opinião, é mais rico do que o filme! Exceto pela cena no filme da invasão de Praga pelos soviéticos, imperdível!  Boas leituras! </p>
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		<title>Como escolher a profissão</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2013 19:43:17 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
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		<description><![CDATA[Júlia Ramalho Pinto na Revista BH NEWS]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participação de Júlia Ramalho Pinto na Revista BH NEWS &#8211; Como escolher a profissão</p>
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		<title>Estação do Saber: um negócio focado no desenvolvimento humano e na sociedade contemporânea</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2013 11:08:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Com pioneirismo, ousadia e visão de mercado, empresa completa nove anos de fundação e amplia atuação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com pioneirismo, ousadia e visão de mercado, empresa completa nove anos de fundação e amplia atuação.<br />
Com visão sempre à frente do mercado, a Estação do Saber, com sede em Belo Horizonte (MG), é hoje uma referência quando o assunto é desenvolvimento humano, cultura e sociedade contemporânea. No mercado há nove anos, a empresa iniciou suas atividades com cursos livres de cultura e atendimentos em psicanálise. Em 2005, os projetos culturais avançaram para espaços de consumo (shopping), e teve início um trabalho direcionado para empresas, com foco em desenvolvimento de pessoas e equipes, programas de educação continuada e coaching. No fim de 2012, foi ampliada a carteira de serviços e produtos e a Estação do Saber passou a atuar também com mediação de conflitos. </p>
<p>A empresa mineira tem duas frentes principais de trabalho que se complementam: coaching e mediação; e projetos culturais. Segundo a psicóloga Júlia Ramalho Pinto, sócia-diretora da Estação do Saber, a atuação se dá de forma pluralista e transdisciplinar. </p>
<p>“Com os projetos culturais nos mantemos atualizados e trazemos temas contemporâneos para debates. Vamos construindo um saber sobre o homem e o mundo contemporâneo e, a partir disso, criamos produtos e serviços inovadores para atender as demandas cada vez mais desafiadoras de desenvolver pessoas e fortalecer redes de trabalho. Ao investigar esse contexto, tecemos um pensamento complexo, recusando-nos a aceitar fórmulas simplistas e prontas para os problemas que surgem no processo de desenvolvimento humano em nossa sociedade”, explica Júlia. </p>
<p>Projetos Culturais<br />
Com o desafio de entender o homem e suas relações com o mundo que o cerca, a Estação do Saber realiza diversos projetos culturais com o objetivo de debater a sociedade contemporânea. Entre eles está o ciclo de debates do projeto Estação Pátio Savassi, que conta com o patrocínio do shopping Pátio Savassi e está no seu 8º ano de realização; e o Encontro de Twitteiros Culturais de Belo Horizonte que em abril de 2013 terá sua 11ª edição. Júlia Ramalho Pinto assina a curadoria dos projetos culturais.</p>
<p>Coaching e Mediação<br />
Com este enfoque, a Estação do Saber oferece a empresas e profissionais liberais ferramentas para contribuem para a construção de carreiras promissoras e de ambientes de trabalho saudáveis e prazerosos. Entre os serviços estão coaching de carreira, executivo e de sucessão; desenvolvimento de equipes e líderes; gestores em ética e responsabilidade social; consultoria estratégica em gestão de pessoas e equipes. Recentemente, foi incorporado o trabalho de mediação de conflitos e estão em andamento os projetos de formação de coach e de mediadores. </p>
<p>Para Júlia Ramalho Pinto, Mestre em Administração de Empresas e coach, a utilização da mediação nas empresas brasileiras ainda é muito nova, mas é uma forte tendência. Por isso a opção por incluir o serviço, que é desenvolvido em parceria com a também psicóloga e mediadora Rita Andréa Guimarães de Carvalho Pereira. “Durante os atendimentos de coaching fui observando que a mediação de conflitos era uma demanda implícita. Não basta o gestor trabalhar suas questões e sua forma de agir de forma isolada, o processo é sistêmico. O que acontecia, muitas vezes, era que outras partes envolvidas com o gestor também entravam no processo de coaching. Agora, além desse treinamento, estamos melhorando as relações de trabalho através da mediação”, revela Júlia.</p>
<p>De acordo com Rita Andréa Guimarães, que também é psicanalista, a mediação é uma alternativa milenar, agora institucionalizada, que contribui com a mudança de paradigma na resolução de conflitos, permitindo, na maioria dos casos, a reestruturação das relações. “Tendo a escuta como alternativa, a mediação possibilita aos participantes, através da construção de narrativa, a chance de reverem suas verdades, promovendo flexibilidade e empatia. Auxiliados pelo mediador, os colaboradores desarmam suas resistências, verbalizando suas dificuldades, enxergando o outro e a demanda de mediação de outra forma. A partir da mudança de padrões comportamentais, contribui-se para uma solução satisfatória para todos”, destaca Rita.</p>
<p>Esse ano, a Estação do Saber organizará, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais e o Centro Pedagógico da UFMG, o 1º Seminário de Mediação, que será realizado nos dias 11 e 12 de abril, em Belo Horizonte (MG). O projeto tem curadoria de Júlia Ramalho Pinto e Rita Andréa Guimarães Carvalho Pereira.</p>
<p>Sobre Júlia Ramalho Pinto<br />
Mestre em Administração de Empresas (UFMG), psicanalista e coach (membro do ICF- International Coach Federation). Atua como psicóloga clínica (com foco em psicanálise) e organizacional (com foco em desenvolvimento de líderes e equipes). Coordena e ministra cursos, palestras e conferências sobre liderança, desenvolvimento de pessoas, ética e responsabilidade social. Como sócio-diretora da Estação do Saber Projetos Culturais atua como curadora e coordenadora de projetos educacionais e culturais e assina a curadoria e coordenação do Encontro de Twitteiros Culturais de Belo Horizonte (ETC-BH).</p>
<p>Sobre Rita Andréa Guimarães Pereira Carvalho<br />
Psicóloga, psicanalista e mediadora. Atua como psicóloga clínica (com foco em psicanálise). Mestranda em mediação (APEP /Intitut Universitaire Kurt Bösch-IUKB) e mediadora pelo Intitut Universitaire Kurt Bösch-IUKB. Colaboradora do Conselho Nacional das Instituições de Mediação e Arbitragem (CONIMA/SP), com formação em psicanálise e psicoterapia de grupo, mediação e arbitragem (FGV). Coordena e ministra cursos, palestras e conferências sobre mediação.</p>
<p>Saiba mais sobre a Estação do Saber- projetos culturais no site: http://www.estacaodosaber.art.br/.<br />
Saiba mais sobre a Estação do Saber- Coaching e mediação no site: http://www.estacaodosaber.com/ </p>
<p>Assessoria de Imprensa: Ampla Comunicação<br />
Jornalistas responsáveis: Marianna Moreira e Liège Camargos<br />
 (31) 3225-1116/3221-9241/8788-0043<br />
 imprensa@amplacomunicacao.com.br / www.amplacomunicacao.com.br<br />
Janeiro/2013</p>
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		<title>Palestra &#8211; Saiba mais sobre Coaching e Carreira com Júlia Ramalho para o SEBRAE MG</title>
		<link>http://estacaodosaber.com/palestra-saiba-mais-sobre-coaching-e-carreira-com-julia-ramalho-para-o-sebrae-mg/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 18:43:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje (31/10) no Projeto Quarta Gerencial, palestra: Saiba mais sobre Coaching e Carreira ministrada por Júlia Ramalho Pinto, psicóloga e psicanalista diretora do Estação do Saber. Dia: 31/10 Horário: 19h30 às 21h Local:Auditório do Sebrae-MG &#8211; Av.Barão Homem de Melo,329,Nova Granada Ou Assista a transmissão on line no site do SEBRAE MG. Acesse:    http://www.sebraemg.com.br/BibliotecaDigital/PalestraSaibamaissobreCoachingeCarreira.aspx Fonte: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://estacaodosaber.com/wp-content/uploads/2012/10/Julia.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-398" title="Julia" src="http://estacaodosaber.com/wp-content/uploads/2012/10/Julia-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> Hoje (31/10) no Projeto Quarta Gerencial, palestra: <em>Saiba mais sobre Coaching e Carreira</em> ministrada por Júlia Ramalho Pinto, psicóloga e psicanalista diretora do Estação do Saber.</p>
<p>Dia: 31/10<br />
Horário: 19h30 às 21h<br />
Local:Auditório do Sebrae-MG &#8211; Av.Barão Homem de Melo,329,Nova Granada</p>
<p>Ou Assista a transmissão on line no site do SEBRAE MG. Acesse:    <a href="http://www.sebraemg.com.br/BibliotecaDigital/PalestraSaibamaissobreCoachingeCarreira.aspx">http://www.sebraemg.com.br/BibliotecaDigital/PalestraSaibamaissobreCoachingeCarreira.aspx</a></p>
<p>Fonte: SEBRAE MG http://www.sebraemg.com.br/Home/HomePortal.aspx</p>
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		<title>Líder coach ganha espaço nas empresas</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 20:43:23 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://estacaodosaber.com/wp-content/uploads/2012/08/ES-DC-20.8.jpg"><img src="http://estacaodosaber.com/wp-content/uploads/2012/08/ES-DC-20.8.jpg" alt="" title="ES DC 20.8" width="580" height="800" class="alignleft size-full wp-image-395" /></a></p>
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		<title>Mediação em vídeo</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 18:44:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rita Andréa Guimarães de Carvalho Pereira, da Estação do Saber, fala sobre Mediação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rita Andréa Guimarães de Carvalho Pereira, da Estação do Saber, fala sobre Mediação</p>
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		<title>Como lidar com conflitos nas empresas</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2012 19:00:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[BHNews]]></category>

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		<description><![CDATA[Rita Andréa Guimarães em entrevista para a BHNews]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista com a psicanalista e mediadora, Rita Andréa Guimarães, da Estação do Saber, para a BHNews</p>
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		<title>Coaching na Rede Minas</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2012 18:48:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Júlia Ramalho Pinto no programa Emprego e Renda da Rede Minas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participação de Júlia Ramalho Pinto no programa Emprego e Renda da Rede Minas, sobre a profissão de Coaching</p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/f1tbgdSNsSk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Técnicas de negociação</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2012 20:51:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Estado de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Mediação]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria no Estado de Minas, sobre mediação, com participação da Estação do Saber]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://estacaodosaber.com/wp-content/uploads/2012/07/negociacao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-372" title="negociacao" src="http://estacaodosaber.com/wp-content/uploads/2012/07/negociacao.jpg" alt="" width="600" height="889" /></a></p>
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		<title>Em busca do diálogo: Rita Andréa Guimarães</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2012 20:31:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Rita Andréa Guimarães]]></category>

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		<description><![CDATA[Rita Andréa Guimarães, mediadora na Estação do Saber, em matéria do Estado de Minas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://estacaodosaber.com/wp-content/uploads/2012/07/dialogo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-368" title="dialogo" src="http://estacaodosaber.com/wp-content/uploads/2012/07/dialogo.jpg" alt="" width="600" height="857" /></a></p>
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